A remoção
de policiais civis “ ex-officio
“
Campo Grande, MS
2000
remoção
de policiais civis “ ex-officio
“
|
Projeto apresentado á Universidade Católica Dom Bosco Como um dos pré-requisitos para a elaboração da Monografia para obtenção do grau em História. |
Campo Grande
2000
ÍNDICE
IV -
OBJETIVO GERAL
V -
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
IX -
DEFINIÇÃO DOS TERMOS DA PESQUISA
X -
REVISÃO BIBLIOGRAFICA
X I -
BIBLIOGRAFIA
XII –
CRONOGRAMA
XIII –
CUSTOS
A remoção
de policiais civis “ ex-officio
“
Muito dificilmente um
projeto se constitui como um corpo ideal que engloba todos os aspectos e facetas
abrangentes da análise de determinado tema. No delírio do
processo criativo manifestei inúmeras
pretensões, muitas vezes desconsiderando as enormes dificuldades a serem
enfrentadas, entre elas a luta contra palavras que levam ao excesso e ao
esvaziamento.
Neste trabalho, a
maior dificuldade a ser enfrentada é a delimitação na abordagem de um assunto
tão vasto e rico como a remoção ex-oficio. É preciso selecionar dentro do
contexto policial
as remoções ex-oficio que é uma prática
muito usada. Todos os policiais do Estado de Mato Grosso do Sul estão sujeito a
esta remoção sendo assim, é um instrumento usado para lotar pessoal em
lugares com devassagem de policiais. O trabalho será efetuado de Campo Grande
para outra regiões do Estado, analisando estas remoções e citando alguns
casos de remoções para cidades do interior. Esbarrarei também
nas entrevistas, que será omitido o
nome do policial, que não pode se expor,
o que poderá lhe render um desagravo . E verificar o seu contentamento ou
descontentamento com esta situação.
A intenção deste projeto é encontrar
alternativas, que possibilitem ao policial civil que é removido
“ex-oficio”, e não pode mudar esta situação que consta no Estatuto do
Policial Civil “Lei Orgânica” Lei
Complementar 038 que rege os policiais Civis do Estado. Para cobrir as lotações
nas delegacias de policia do interior do Estado de Mato Grosso do Sul, não
importando as razões pessoais deste policial e a difícil transferência para
estes locais pré-determinados pela Diretoria Geral da polícia. O concurso é
estadual e dentro das diversas exigências curriculares para a aceitação na
Academia de Policia está incluída que ele poderá ser removido “ex-oficio”
para qualquer lugar do Estado. O estágio probatório período de (02) anos de
efetivo exercício no cargo, a contar do início deste, durante o qual são
apurados os requisitos necessários á confirmação ou não do Policial Civil
no cargo para o qual foi nomeado, começa os problemas não podendo preponderar
com seus superiores, e tentar reverter a sua remoção, podendo ate ser
exonerado do cargo em sua não aceitação de sua remoção “ex-oficio”.
Sendo assim uma avaliação dos problemas existentes se faz necessária, para
encontrar uma alternativa que possa ser menos traumática.
IV - OBJETIVO GERAL
Verificar o
agente responsável pela Segurança Pública (Policia Civil), na qualidade de
vida, seu relacionamento familiar: e se alguma seqüela do seu convívio com o
combate da criminalidade, afastado de sua região de origem o afeta.
A cobrança de
uma policia eficiente, está em alta, devido ao grande aumento da criminalidade.
Não há dúvida de que certas divulgações pelos meios de comunicação
sejam exageradas, cria o fantasma da criminalidade, e, ao mesmo tempo, trata de
apresentar à sociedade a idéia da urgente necessidade do reforço dos
mecanismos de segurança, "colocação de Grupos Especiais na rua", aumento
das penas etc.
Mas
estes órgãos de comunicação não deixam de ter razão, pois o problema
apresentado parcialmente a população, está enraizado na própria estrutura da
formação do policial. Após a formatura quando recebe um revolver, algema e o
distintivo de policial, um primeiro choque com a realidade ele tem, os primeiros
colocados são lotados conforme a disponibilidade de vagas na capital, o
restante são removidos “ex-oficio”, do seu local de residência. Assim
aquele formando e removido, de Campo Grande aonde se encontra a academia
Estadual de Policia é e mandado para o interior onde a carência de lotações,
com uma ressalva se está cursando nível superior que seja para uma cidade que
tenha faculdade que está cursando.
Recebe uma ajuda de custo para a remoção, não podendo ultrapassar três vezes
o seu salário. Tendo residência fixa na Capital, esposa trabalhando, filhos
nas escolas atendimento médico superior ao do interior.
Começa
o grande problema do policial, sendo removido “ex-oficio”.
Muitas vezes tendo que residir na própria delegacia para aonde foi designado não
tendo condição de alugar uma casa, se tornando um escravo do Estado que o
contratou para cuidar da segurança publica. Longe dos seus familiares que o
apoiaram durante toda sua trajetória acadêmica até a sua formação policial.
Agora o mínimo que ele recebe tem que ser dividido entre a sua família e a sua
estadia para aonde foi designado tendo que pagar a sua alimentação e outros
serviços que poça a precisar, a sua idéia de sustentar sua família cada vez
está ficando mais distante.
Caso também que
afeta os solteiros. Com o passar do tempo as coisas podem mudar alguns se
acostumam a viver longe da família, a cada quinze dias, ele retorna ao seu
local de origem, e o espaço de tempo pode ser aumentado. Mas uma coisa e certa
nenhum policial tem condições financeiras de fazer uma mudança tão radical
sempre a família fica no lugar que já moravam antes. A sua esperança e depois
de dois anos de estagio probatório (e o tempo que o estado avalia o funcionário
podendo exonerá-lo do serviço publico ), que poderá pedir remoção para o
local de origem mediante troca. Neste espaço de tempo as suas teorias viraram
práticas o que os livros não poderão lhe ensinar; a tiragem da criminalidade.
Antes a academia, agora a escola criminal, tirando conceitos antes jamais
existentes em seu pensamento uma mudança. Como será o desempenho deste
policial fora de casa se dedica mais as investigações, o atendimento ao
publico e feito de maneira satisfatória .
V - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Analisar as conseqüências ditada pela Diretoria
Geral de Policia nos casos das remoções
ex-oficio para o interior do Estado de Mato Grosso do Sul de policiais civis. E
o que se vem fazendo para qualificar e melhorar as condições dessa remoção e
se algum procedimento psicológico é aplicado para esta remoção
“ex-oficio”. Se existe caso de stress, dependências alcoólicas e violência
na efetivação da remoção “ex-oficio". O salário é condizente para
uma remoção “ex-oficio”.
A
remoção “ex-officio” traz beneficio ao policial ?
A
estrutura da Policia Civil deveria ser regional e não estadual cada candidato
em sua região de origem. Após o concurso, que é estadual,
avaliar as possibilidades, e os números de candidatos de cada região
fazendo uma estimativa de lotação regionalizada. E deixar as remoções
ex-oficio, até que o estado possibilite uma remoção digna. Como é feita na
maioria das vezes pelo exército oferecendo residência da própria instituição
para os seus servidores.
A - Através dos conhecimentos transmitidos pelos professores e a interação
do assunto obteve-se um primeiro contato com o tema, permitindo não somente a
elaboração de conceitos, mas também uma estratégia para o desenvolvimento
deste projeto.
B - Seguindo-se
de leituras com bases teóricas, leituras de livros diversos sobre a história e
assuntos ligados a violência, e se esta violência é transferida para a população
no descontentamento do policial. Busca de artigos atuais em revistas e jornais.
C- pesquisa
experimental; influência de fatores sociais na qualidade do policial, estudo de
comportamento de um pequeno grupo, análise dos efeitos da propaganda.
D - Através da
rede internacional de computadores este trabalho alcançará uma análise de
documentos relativos ao tema, consultando site oficiais e de diversas instituições
respaldadas na questão desenvolvida. Entrevistas com psicólogos
governamentais, membros da própria polícia em questão. Através de documentários
televisivos que serão devidamente copiados. Montagem do projeto e confecção
do trabalho escrito.
IX - DEFINIÇÃO DOS TERMOS
DA PESQUISA
1. Ex-Officío = Verbete: ex-officio (éksofício)[Lat.]
1.a. Por obrigação e regimento; por dever do cargo.
1.b. Diz-se do ato oficial que se realiza sem provocação das partes.
2. Estágio probatório = Período em que a conduta do funcionário e analisada depois
de dois anos no cargo.
3.
Verbete: faceta = Cada um dos aspectos particulares pelos
quais se considera alguém
ou algo.
X - REVISÃO BIBLIOGRAFICA
O tema ex-oficio não pode ser encontrado na revisão
bibliografia pois se trata de um
item da Lei Orgânica que disciplina a policia civil do Mato Grosso do Sul, Lei
Complementar 038 . Esta lei estabelece que todo o policial poderá ser removido
sem qualquer consentimento seu. Sendo assim relatarei alguns livros que
li sobre violência.
O Brasil sempre
foi marcado pela ambivalência e ambigúidade. País da mistura de raças, do
hibridismo cultural, do sincretismo religioso, considerado por alguns como a sua
marca identitária, sua diferença, pensado por outros como a sua desgraça, a
marca da sua inferioridade racial, cultural e política. O seu próprio nome,
como ressaltou Laura Mello e Souza (1987), foi objeto das ambivalências do
pensamento ocidental diante do seu significado: seria o paraíso ou o inferno?
Mudou de signo por isso. Antes Terra de Santa Cruz, depois Brasil, a cor da
madeira associou-o desde então ao inferno. Do mesmo modo, volta e meia abre-se
a discussão sobre a índole pacífica do seu povo ou a violência inerente às
relações sociais de um pais escravista, colonizado ou hierárquico. Antes o
pais modelo das relações raciais pacificas e democráticas, hoje o inferno do apartheid
mais iníquo da humanidade, pior que os Estados Unidos, pior que a África
do Sul.
“Que o Estado seja minimizado cada vez mais em países onde ele cumpriu, de fato, sua função social (Welfare State)”, não há nenhum problema. O problema é que no Brasil não houve Estado Social. Se houve, foi só para as elites, para as camadas médio-superiores da sociedade, que se apropriaram/aproveitaram de tudo do Estado intervencionista: privatizaram o Estado, dividiram com o capital internacional os monopólios e os oligopólios da economia e construíram empreendimentos imobiliários com o dinheiro do fundo de garantia (FGTS) dos trabalhadores. Enquanto os reais detentores/destinatários do dinheiro do FGTS não têm onde morar, nossas classes médio-superiores obtiveram financiamentos do Banco Nacional da Habitação (sic) depositário dos recolhimentos do FGTS - para construírem casas e apartamentos na cidade e na praia... Isso para dizer o mínimo!”
Não se compreende como, até hoje, os
nossos bancos não providenciaram a instalação de aparelhos de fotografia
junto às suas caixas-fortes. Isso já está há muito generalizado nos Estados
Unidos, e constitui medida eficaz para a identificação de assaltantes.
Não
é comum haver reação armada por parte de guardas bancários, mesmo em havendo
as cabinas de proteção, pois, a recomendação dos gerentes é, geralmente, no
sentido de que não disparem.
Ora, se essa é a realidade, que, pelo
menos, se consiga um meio de identificar os ladrões a posteriori,
o que viria, outrossim, inibir uma parcela de criminosos e, portanto, também
contribuir como medida de prevenção geral.
O custo, segundo informações que colhemos, é pequeno em relação às condições econômicas desses estabelecimentos, e não seria de difícil instalação.”
O
aumento gradativo e incontrolável da criminalidade nos grandes centros urbanos,
ultrapassando os limites considerados toleráveis, merece um exame mais
abrangente das condições sócio-econômicas da atualidade brasileira.
Deste
modo, alguns subsídios pouco convencionais poderia ajudar a melhorar
a compreensão da cotumaz convivência do aumento desordenado da população,
com a violência e o crime.
E, entre os aspectos populacionais do desenvolvimento, ou sub-
desenvolvimento de um país, que influenciam de forma induvidosa, se encontram,
crescimento, a distribuição e a renda.”
Nova
York montou ofensiva contra a posse ilegal de arma. A policia aproveita
qualquer pretexto dentro da lei para dar uma batida. O indivíduo é revistado;
se estiver armado e não tiver documento, cadeia.
Ao
terminar 1996, a cidade colheu, eufórica, o resultado. Os tiroteios despencaram,
ajudando a criar um número que não se via há quase três décadas : menos de
1000 pessoas foram assassinadas. Nem é o fato mais relevante.
Numa cidade de 7 milhões de habitantes, com imensas teias de crime organizado
e tráfico de drogas, apenas 200 pessoas foram assassinadas por estranhos;
assaltantes, por exemplo. Comparando: só num fim de semana na Grande São Paulo
há 45 vitimas de homicídio.”
Essa
luta acirrou-se em vários episódios, originando a
idéia de reunir-se num só corpo, como característica iminente civis, a
força pública e a guarda civil; a polícia civil manteria seus delegados,
investigadores e peritos na tarefa de caráter repressivo do chamado " polícia
judiciária ", pois sua ação viria após as práticas ilícitas,
oferecendo as provas necessárias aos procedimentos judiciais.
Ainda
na vigência do governo Jânio quadros, organizou-se um grupo de trabalho que,
sob a coordenação de um membro do ministério público, esta adiou por vários
meses na polícia inglesa. Essa equipe produziu um extenso relatório, que
combinava com uma proposta de unificação das polícias. Por questões
corporativistas[C1],
a sugestão não emplacou.”
Os meios de comunicação não apenas nos cansam
com as cenas de guerra, mas acostumam o povo à idéia de que as rivalidades se
resolvem pela força das armas. Chegam a provocar torcedores ou ao menos
simpatizantes para um ou outro lado.
Como se a guerra fosse igual ao futebol, ou à
corrida de carros! Como se a política se fizesse de mão armada!
— A humanidade chegou ao ponto de usar armas para
a solução de conflitos de todas as espécies.
Torna-se pois urgente definirmos de novo a paz como
caminhada comum da humanidade, onde nenhum povo permaneça à margem da História.
Temos que voltar nossa atenção e nossas preces para a conquista de condições
justas em convivência pacifica. Afinal, para a ajuda mútua entre pessoas e nações.
Ë a violência que atinge o homem na sua expressão
mais profunda. O ser destinado a pensar, a buscar a verdade e a comungar nos
ideais mais elevados da humanidade, não deveria jamais ser vítima de um
terrorismo intelectual ou de uma violência que o diminuísse diante de si mesmo
e dos outros homens.
A violência é tal e tão refinada, que alguns põem
em dúvida possa ela existir.
Pode existir
violência à liberdade de pensamento e expressão?
“Mesmo no fundo de um poço, penso o que eu quero!”
O amor é, para toda pessoa digna, o sentimento
mais sagrado. Para quem acredita no Evangelho, é igualmente a virtude que une a
vida terrena à celeste sem interrupção. Desaparecem a fé e a esperança,
enquanto que o amor permanece e desvenda todas as suas virtualidades junto a
Deus.
A sociedade, desde a sua menor célula, que é a
família, até a sua expressão mais ampla, que é a Pátria e o mundo, se
distingue pela defesa do direito mais sagrado, que é o do amor respeitoso, recíproco
e gratuito.”
A Família é vítima, porque ela de fato encerra o
maior tesouro da terra: o direito à vida humana e o desenvolvimento da mesma.
Ë também por isso que a violência contra a família costuma ter as mais
graves consequências. O que está acontecendo.
Nos últimos anos, o Arcebispo de São Paulo
recebeu grande número de grupos políticos vindos do Primeiro Mundo. Quase
todos, depois das gentilezas iniciais, acabavam por perguntar por que a Igreja
se opõe ao controle da natalidade.
A nossa resposta foi: sempre, porque defende o direito da paternidade ou maternidade
responsável.
A análise dos dados sobre crimes e criminosos de
Belo Horizonte revela o que já sabíamos — uma clara associação entre
marginalidade social.e comportamento criminoso. Ela contribui, portanto, para
reforçar empiricamente a idéia da afinidade entre pobreza e desvio nas grandes
cidades. Oprimidos pela miséria, experimentando intensas desigualdades e
contidos na realização de suas aspirações pelas barreiras de classe,
favelados, desempregados, trabalhadores não especializados e outros
contingentes da marginalidade urbana são atraidos para atividades criminosas,
na medida em que percebem os ganhos do crime como superiores em relação aos
benefícios de atividades legais. Esta afinidade se objetiva nas estatísticas
oficiais de criminalidade, que parecem oferecer razões “plausíveis”, “não-ideológicas”
da maior probabilidade de que indivíduos em certas categorias sociais se tornem
mais expostos a pressões condutivas ao desvio e a criminalidade e, portanto,
mais sujeitos à inspeção policial.
X I– BIBLIOGRAFIA
1.
ARNS, Dom Paulo Evaristo. A Violência
em Nossos Dias. São Paulo: Salesiana Dom Bosco, 1993.
2.
AURENCHE, Guy. A Atualidade dos
Direitos Humanos. São Paulo: Loyola, 1984.
3.
BARRETO, Djalma L.G. Violência:
Arquétipo e Lei. Rio de Janeiro: Vozes, 1975.
4.
BICUDO, Hélio. Violência: O
Brasil cruel e sem maquilagem. 5. ed. São Paulo: Moderna,
5.
BURNET, Marcy. Meios de Informação
e Violência. São Paulo: Edições 70, 1974.
6.
Coleção Conheça os seus Direitos. Você
e a Violência. Rio de Janeiro: Idac, 1984.
7.
COMPARATO, Fábio Konder. A
Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 1999.
8.
Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília. A
Construção da Cidadania. Brasília: UNB, 1986.
9.
DIMENSTEIN, Gilberto. A Guerra
dos Meninos: Assassinato de menores no Brasil. 6. ed. São Paulo:
Brasiliense, 1991.
10.
___________________. Aprendiz do
Futuro: Cidadania hoje e amanhã. 5. ed. São Paulo: Ática, 1998.
11.
___________________. O Cidadão
de Papel. São Paulo: Ática, 1998.
12.
FISCHER, Rosa Maria. O Direito
da População à Segurança. Rio de Janeiro: Vozes, 1985.
13.
JESUS, Damásio Evangelista de et
al. Violência e Criminalidade:
Proposta e Solução. Rio de Janeiro: Forense, 1980.
14.
MARCONDES, Ciro Filho. Violência
Política. 6. ed. São Paulo: Moderna, 1995.
15.
OLIVEN, Ruben George. Violência
e Cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes, 1982.
16.
PINHEIRO, Paulo Sérgio. Crime,
Violência e Poder. São Paulo: Brasiliense, 1993.
17.
PIRES, Cecília. A Violência no
Brasil. 4. ed. São Paulo: Moderna, 1987.
18.
RESENDE, Ênio. Cidadania: O remédio
para as doenças culturais brasileiras. 2. ed. São Paulo: Summus, 1992.
19.
SANTOS, José Vicente Tavares dos (org.). Violência
em Tempo de Globalização. São Paulo: Hucitec, 1999.
20.
SOREL, George. Reflexões sobre
a Violência. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.
21.
Pesquisas na Internet.
1- FILHO, Parra Domingos & SANTOS, João
Almeida. Apresentação de Trabalhos Científicos: Monografia, TCC –Teses
– Dissertações. 3º ed. São Paulo: Futura, 2000.
2- SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma
monografia. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
3- VICTORIANO, Benedito A. D. GARCIA, Carla C. Produzindo
monografia. 4º ed. São Paulo: Publisher Brasil, 1999.
XII – CRONOGRAMA
|
Fases da
Pesquisa (atividades) |
Fev |
Mar |
Abr |
Mai |
Jun |
Jul |
Ago |
Set |
Out |
Nov |
Dez |
|
1. Escolha do tema, formulação do problema |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2.
Levantamento bibliográfico |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
3. Documentação |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
4. Formação
do MTR (marco teórico de
referência) |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
5. Elaboração
do projeto e do orçamento |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
6. Escolha da
população e amostra |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
7. Elaboração
dos instrumentos de coleta de dados |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
8. Pré teste
e revisão da metodologia |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
9. Coleta de
dados e trabalho de campo |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
10. Análise
de dados, teste da hipóte |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
11. Redação
do relatório |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
XII – CUSTOS
1.
Material de uso geral
Material
|
Quantidade
x Preços Unitários |
Total |
Caneta |
1,80
x 3 |
5.40 |
|
Lápis |
3,20
x 1 |
3,20 |
|
Régua |
0,70
x 1 |
0,70 |
|
Bloco
de anotações |
2,50
x 1 |
2,50 |
|
Computador
H/T |
1,00
x 40h |
40,00 |
|
Material
bibliográfico |
50,00
x 1 |
50,00 |
|
Cópias |
0,10
x 30 |
3,00 |
|
Fitas
de vídeo |
3,00
x 2 |
6,00 |
|
Combustível |
30,00
x 1 |
30,00 |
|
Total
geral deste grupo |
92.30 |
140,80 |
2. Despesas finais
|
Despesas
finais |
Preço
x Quantidade |
Total |
|
Encadernação
do relatório final |
3,00 |
3,00 |
|
Cópias |
0,10 x 15 |
1,50 |
|
Total
geral |
3,10 |
4,50 |
|
Total
geral (1 + 2) |
140,80
+ 4,50 |
145,30 |